quinta-feira, 11 de junho de 2026

Oliveira Vianna e Renato Khell: arianização e eugenia!

 Oliveira Vianna e Renato Kehl: arianização e eugenia!




Oliveira Vianna (20 de junho de 1883 a 28 de março de 1951) e Renato Kehl (22 de agosto de 1889 a 14 de agosto de 1978) são grandes intelectuais e pensadores brasileiros que não chegaram a vestir a camisa-verde, mas foram dois apoiadores do Integralismo no Brasil da década de 30. Atualmente, a obra de ambos foi renegada, devido ao aparelhamento de toda nação que um dia foi o Brasil e berço de grandes intelectuais, do quilate dos citados. Reconhece-se a evolução de um povo pela qualidade de seus intelectuais. Foi na primeira década do século XX que despontaram os gênio da raça brasileira, que determinaram o que se tornaria o Brasil, sob suas perspectivas. 

Em Alberto Torres (26 de novembro de 1885 a 29 de março de 1917) encontraremos a base política do que se tornaria o nacionalismo brasileiro pós-monarquia. Mas é em Oliveira Vianna e Rebato Kehl que encontramos o caminho que o povo brasileira seguia em sua formação física e social.

Oliveira Vianna defendia a tese de que ocorria no Brasil um processo intenso de arianização. Apesar de se apegar nos aspectos físicos, o que soa muito duro para os parâmetros atuais de alta-sensibilidade, que faz com que as pessoas se magoem ou se sintam atacadas com facilidade, devido a chamada vitmização e dissimulação da realidade visando não ofender as chamadas minorias (que muitas vezes são maiorias), Oliveira Vianna sempre deixou evidente sua falta de racismo, que é acusado por muitos de promover. O que Oliveira afirmava e valorizava era que ocorria um clareamento da pele dos brasileiros gradual devido a mestiçagem, que ele considerava eugênica. Afirmava que entre negros, índios e mestiços existiam tipos superiores que ascendiam socialmente devido a sua inteligência natural e senso de adaptação a civilização ariana.  

A civilização ariana não se caracteriza por uma cor de pele, ou de olhos, ou de cabelos, mas valores ESPIRITUAIS! Resumindo: a civilização CRISTÃ! Que chegou aos trópicos e permitiu a participação dos africanos para formar uma grande comunhão de etnias em prol de uma nova civilização, ariana em seus princípios, mestiça e livre em suas relações conjugais e familiares e cristã em sua espiritualidade. Porém, em algum momento esse ideal foi conspurcado. Destruíram o conceito da Nação que se formava no Brasil. Acabaram com o patriarcado que tornou a miscigenação DISGÊNICA! No século XX, em seu começo, todos ainda estavam conscientes que os povos indígenas e africanos mantinham costumes bárbaros: sacrifícios humanos, canibalismo, mutilações sexuais, incluindo extirpação dos clitóris das mulheres, pedofilia, incesto, zoofilia, escravização, etc... Muitos costumes ainda existem em tribos, e também, com o afrouxamento da moral e diminuição da fé cristã, deturpada após o protestantismo judaizante, também estão ocorrendo na civilização atual. Os mais fracos sempre foram subjugados nessas tribos, que não tinham a menor compaixão por aqueles que por ventura caíssem em suas mãos. A Arianização que defendia Oliveira Vianna nada mais era que a valorização dos valores civilizatórios, nada portanto relacionado ao racismo, que para existir nescessita excluir de alguma forma outras etnias da sociedade, algo que Oliveira Vianna nunca defendeu, mas sim que, com a oportunidade que os indígenas e africanos tiveram de conviver e até se misturarem pelos laços sagrados do matrimônio cristão com o povo branco, aborígenes e negróides, além de clarear suas dermes, puderam desenvolver a escrita, a ética e a religiosidade.

Renato Kehl trouxe as bases científicas da arianização através da eugenia como caminho para evolução do povo brasileiro. Eugenia não tem nada de racismo, mas prega que, com bons hábitos, um povo evolui, independente de sua cor de pele ou etnia. 

É nesse sentido da arianização eugênica não-racista que em 7 de outubro de 1932, através de Plínio Salgado, o povo brasileiro deu seu verdadeiro grito de independência e iniciou sua marcha!

Não posso deixar de mencionar o maior intelectual negro do Brasil de todos os tempos, Arlindo Veiga dos Santos, que esclareceu o conceito da RAÇA BRASILEIRA, sem uma gota de vitimismo e afirmou que as 3 raças (branca/negra/índia) se fundiram através dos laços cristãos se tornando uma raça própria pela tradição e não pelo sangue.

Ao impedir o povo brasileiro de continuar sendo um exemplo de civilidade espelhada na civilização ariana/ cristã o povo brasileiro foi desorientado. Esqueceram que o povo branco latino era cristão, náo eram racistas e não tinha a missão de submeter os outros povos, mas o de levar a doutrina de Cristo, pondo fim aos hábitos primitivos dos aborígenes e africanos, que incluíam muitas vezes, escravização de seus semelhantes, pedofilia, incesto, canibalização e sacrifícios diversos de animais, prisioneiros e crianças. O crime-organizado, a velhacaria dos políticos, a delinquência juvenil, a prostituição, homossexualismo, pedofilia, pederastia, lesbianismo e travestismo, são sintomas da desorientação causada por leis que impedem os valores arianos cristianizantes serem adotados oficialmente e incentivados, quando não são criminalizados, e o resultado é a desarianização do povo brasileiro, não em sentido de uma cor de pele, porém a cor escura se torna uma meta num cenário em que a raça branca é sempre mostrada como a grande culpada dos problemas atuais, e inclusive um bandido e traficante negro é visto como menos bandido que um branco que simplesmente se declarar orgulhoso de sua etnia, leis que vão levando ao aumento de todos os comportamentos primitivos que ferem a razão de ser da RAÇA BRASILEIRA. A solução é a arianização voltar a ser incentivada sem racismo, e reabilitar o estudo das obras de Oliveira Vianna e Renato Khel é uma ótima maneira de realizar essa meta.


Anauê!

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