INTEGRALISMO E MONARQUIA Por Faquinha Goytaca
∑) O Movimento Integralista Monarquista,
defende os ideais integralistas: Deus, Pátria e Família e acredita que assim
como o IL (Integralismo Lusitano), Integralismo e Monarquia podem coexistir de
forma harmônica e sendo a Monarquia Parlamentar Constitucional a melhor forma
de preservar os valores históricos, morais e culturais do Brasil; e que a
República não foi nada mais que intervenção norte-americana interesseira em
nossa Pátria.
O Chefe Nacional Plínio Salgado sempre nutriu
grande respeito e admiração pela figura do imperador D. Pedro II e pelo Governo
Monarquista. O Chefe das Milícias Gustavo Barroso escreveu vários livros sobre
os Grandes feitos militares do Exército Monárquico, sempre exaltando as
personagens de Caxias, Almirante Tamandaré, Conde D’Eu, José Bonifácio e
outros. Mesmo o Secretário de Doutrina e Estudos Miguel Reale, em seu livro
“Perspectivas Integralistas” deixou claro que era preciso a implantação
imediata do Estado Integral, forte e tradicional. Jamais esquecendo a figura do
príncipe D. João Maria de Orléans e Bragança, que mesmo pertencente ao Ramo de
Petrópolis (que não vem ao caso), pertenceu, bem como seu pai (Dom Pedro de
Alcântara de Orléans e Bragança), à Ação Integralista Brasileira - AIB, sendo
até ferido (sem gravidade) durante o levante de 11 de maio, no qual liberais,
integralistas e militares descontentes invadiram o Palácio da Guanabara
(ironicamente a ex-residência da avó de D. João Maria, D. Isabel de Bragança, a
última princesa imperial do Brasil) para depor Getúlio Vargas.
ANAUÊ, PRO BRASILIA FIANT EXIMIA!!!
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