HISTÓRIA SECRETA DA MONARQUIA NO BRASIL!
Rod Tigre (MIL-B/RJ)
Integralismo é o Futuro sistema de integração da raça humana, que se tornará a raça cósmica em que todos buscam a saúde integral (Integralismo=holismo) e vivem em uma harmoniocracia linear, quando não haverão mais saltos revolucionários ou tropeços econômicos! O símbolo dessa nova sociedade é o Sigma, pois a Soma é a própria essência da Raça Brasileira que é a civilização-amálgama-universal!
É fácil encontrar e perceber a Sigma enquanto simbologia presente no grafismo de todas as tribos nativas! O Sigma têm o formato do raio, e define a forma que expressam os sinais de chuva nos céus de acordo com a simbologia de seu principal deus, Tupã, que se manifesta por seus raios! O Sigma é o próprio raio de Tupã! E a Revolução Integralista é a sua Tempestade!
A Verdadeira História do Brasil é a mais rica História de todas as civilizações atuais e que está oculta graças ao trabalho espúrio dos sionistas que nos controlam a economia e a cultura com auxílio de seus lacaios pseudo-cristaos que servem aos próprios assassinos daquele que eles dizem seguir, e também pelos comunistas em geral, outra parcela de servos dos mesmos!
O Integralismo estuda a pré-História do Império do Brasil desde os tempos imemoriais de Atlântida, esse estudo está presente em várias obras herméticas de Plínio Salgado e Gustavo Barroso. Sabemos que havia dinastias imperiais aqui antes de 1500. O 5º Império Milenarista, o reino do Espírito Santo, já foi usurpado do rei menino em 1889 e vem sendo reivindicado pelo povo desde Antônio Conselheiro até o Integralismo Linear!
Todas as culturas que são nativas estão Integradas ao Linearismo, que é uma expressão genuína do povo brasileiro culto! O Brasil é um Império! Nossa História foi usurpada a partir de 1889 com a falsa república! Nossa História se inicia há milênios, desde a Atlântida e seus desdobramentos, até a época do Rei Badezir, da Fenícia, conforme indica as inscrições da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro e do Rei Salomão, conforme indica o Rio Solimões no Amazonas. O Império original da Gondwana Austral durou até a destruição do Império Inca pelos espanhóis, da qual o Império Tupi fazia parte, com o enforcamento do Imperador Atahualpa em 29 de agosto de 1533. Não existe cultura brasileira que seja ''judaica'' e ''cristã'' ao mesmo tempo, os judeus negaram e assassinaram Cristo, essa cultura é uma farsa e seus seguidores são traidores do espírito nacional, já que seguem a cultura dos colonizadores e assassinos dos americanos nativos, donos legítimos da Terra das Araras Vermelhas! Os assassinos dos nossos índios foram os mesmos escravizadores dos negros africanos, que são, portanto, donos por direito adquirido dessa terra também devido aos séculos de trabalhos não remunerados!
É por isso que o MIL-B aderiu a proposta de monarquia no Brasil através do princípio Nativista! Queremos uma Monarquia Trina, com três imperadores: um indo-europeu, outro indígena e o terceiro afro-descendente!
É uma proposta radical que foi apresentada ao movimento por Carlos Antonio de Souza , presidente do Movimento Integralista Monarquista, e aceita em 2021 por decisão do presidente do MIL-B , Cássio Guilherme Reis.
Em “El Reino Cristianissimo” (1955), Anésio Lara já profetizava que o Integralismo seria o sistema de um Império Mundial! O que a proposta do MIM (Movimento Integralista Monarquista) trouxe foi o avanço de abolir o aspecto maçônico da nossa monarquia rumo a uma direção ainda mais nacionalista, incluindo uma simbologia milenar na bandeira do novo Império Continenal, que abrangerá todos os países do que hoje se chama América Latina, resgatando o antigo Império Inca, que é anterior a chegada dos Europeus, na retomada do Império da Gondwana Austral!
Mas a colonização européia não é renegada por nós do MIL-B, que inclusive em nossa maioria temos descendência européia, nem pelo indígena Carlos Antonio de Souza, que é casado com uma européia com quem constituiu família, apenas reconhecemos o direito dos povos nativos e recompensamos aqueles que foram escravizados dando a realeza também aos quilombolas, os primeiros africanos escravizados a reivindicarem sua liberdade, coroando sua luta! É uma proposta totalmente revolucionária e a mais moderna e coerente que existe para o futuro do Brasil, hoje dentro das diretrizes lineares! Quem estiver contra a soberania das raças brasileiras só pode ser racista e por isso deve ser expulso de nossos quadros!
Apoiar a coroa luso-brasileira é bem relativo, mesmo para quem defende a Dinastia dos Orleans & Bragança, sendo que existem dois ramos de descendência em disputa a partir dos dois filhos da Princesa Isabel. O núcleo Vassouras VS o núcleo Petrópolis.
Alcebíades Delamare é considerado o Doutrinador da Ação Integralista Brasileira que atraiu os Orleans & Bragança para o Integralismo, com sucesso absoluto, inclusive o príncipe Pedro Henrique do Ramo de Vassouras foi Integralista, sendo que foram seus filhos que se afastaram do Integralismo ao adentrarem a TFP. Atualmente, o Núcleo de Vassouras é apoiado pela maçonaria e igreja católica, são excessivamente moralistas porque os dois principais herdeiros foram danificados depois de passarem anos enclausurados em castelos da TFP, provavelmente são virgens e não deixaram descendentes, não seguem a linha liberal e democrática de D. Pedro I e II e dizem que a monarquia brasileira caiu justamente porque dava muita liberdade pras pessoas, negando a conspiração maçônica verdadeira responsável pela queda do Império e expulsão da família real do país. Atualmente estão próximos ao governo de Bolsonaro, para o qual, nós do MIL-B, só vemos uma única opção: artigo 142!
Núcleo Petrópolis foi Integralista, e esses devem receber apoio dos Integralistas por coerência histórica: o Príncipe que lutou na Revolução de 38 e foi baleado (sobreviveu) é justamente o pai do atual Dom Joãozinho, que é um intelectual, fotógrafo, autor de diversos livros e mecenas da famosa - FLIP Feira Internacional Literária de Paraty, além de defensor dos direitos LGBT e das crianças especiais (tem uma filha com síndrome de Down).
Portanto, o Trono
indo-europeu proposto para o novo Império Brasileiro e futuro retorno do Império da Gondwana
Austral, incluindo todos os países da América Luso/Espanhola que quiserem por
sua própria vontade resgatar o antigo Império Inca, poderia sim ficar com o Ramo de
Petrópolis por tradição integralista, já que estão ligados ao Integralismo tradicionalmente desde Pedro
de Alcântara de Orleans e Bragança, que declarou em entrevista ao "Diário
da Noite", do Rio de Janeiro, 7ª Edição, de 27/01/1936: "Para mim, o
Integralismo é o único partido organizado no Brasil. Sua ideologia é sã,
patriótica, pura e bela. Estimula o povo ao amor à nacionalidade. Une o Brasil
e está realizando a melhor e maior obra de todos os tempos da república.”
Sua renúncia ao trono não é válida,
segundo o próprio: “Quando há muitos anos renunciei ao trono imperial – Disse
A.A. – em favor de meu irmão o Príncipe D. Luiz, o fiz apenas em caráter
pessoal sem atender as determinações das Leis Brasileiras, sem prévia consulta
à nação, sem os necessários protocolos que precedem atos dessa natureza, não
foi, além disso, uma renúncia hereditária. Mas tarde conversando na Europa e
durante minhas visitas ao Brasil, com alguns monarquistas, verifiquei que minha
renúncia não é válida por muitos motivos, além dos que acabo de citar. O
Conselheiro João Alfredo, que detinha em se poder uma cópia autêntica da
renúncia, também me afirmou idêntico parecer”.
Foi seu filho, João Maria de Orleans Bragança, que era cohecido por ser um grande aventureiro, já teve um romance com a filha mais bonita do Mussolini, Edna Cianno, antes de casar-se com uma princesa egípcia, quem lutou na Revolução Integralista de 11 de maio de 1938, quando Integralistas reunidos pelo médico Belmiro Valverde se reuniram e tentaram por fim a ditadura Vargas, fato comprovado em várias notícias da época e no livro de Hélio Silva “1938/ Terrorismo em Campo Verde”.
O atual sucessor ao trono do Império Brasileiro do Ramo de Petrópolis é João Henrique de Orléans e Bragança, filho do Príncipe Integralista Revolucionário, e é ele quem nós do MIL-B gostaríamos que fosse um dos Imperadores do Brasil no reino Trino do Império Nativista, junto com um representante das Nações indígenas e outro das Nações Quilombolas, caso a família escolhida fosse a Orleans & Bragança.
E esse é o Brasil que nós Integralistas e Linearistas reinvidicamos, uma Monarquia Nativista Trina! Basta de lutar por presidentes que, mesmo com uma boa intenção, são impedidos de governar! Precisamos do Poder Moderador, e que ele seja justo, dividido entre três Imperadores representantes das 3 raças que compõem uma Raça Cósmica, que é essa nossa Nossa Raça Brasileira! Brancos, índios e negros, prontos para reinar juntos na sagrada Gondwana Austral!
O príncipe Dom João de Orleans e Braganca, descendente de Pedro II, o último imperador do Brasil, diante da crise política que torna o governo Bolsonaro impraticável, propôs reinstaurar a monarquia no Brasil inspirada nas monarquias do Reino Unido ou da Suécia, para que o país saia da crise. Alguém precisa mostrar para ele as propostas revolucionárias do Movimento Integralista Monarquista, para que essa monarquia seja justa, porque não é justo simplesmente entregar o poder pra mesma coroa que só lutou por ela até agora em 1938 mesmo, junto com os Integralistas, que devem ser lembrados pela nova monarquia de forma que a Doutrina do Sigma paute o novo reinado, sob o ponto de vista renovado do Linearismo, e é preciso resgatar o direito do Império aos seus verdadeiros donos legítimos: os índios, através de um Imperador que os represente, e os negros, injustamente escravizados e que assim, com sua força, ergueram essa Nação, agora compensados no novo Império com um Imperador que os orgulhe! Dessa forma, o MIM e o MIL-B deram uma solução definitiva e indiscutível para a questão racial brasileira!
Sendo João de Orleans e Braganca tataraneto de D. Pedro II e um grande intelectual e humanista como era seu tataravô, não seriamos contra. Para o trono quilombola exaltamos o nome da Dra. Marilda Sales, esposa do Dr. Cássio Guilherme, e para o trono indígena, o honrado intelectual e ativista Integralista Carlos Alberto de Souza. Eu fui escolhido para a casa caucasiano na sucessão de Karl Lump pelo Império Inca. Mas quem escolhe o rei é o povo que aclama e ao considerar uma maior tradição, ela estará nas raízes sebastianistas do Brasil e de Portugal.
E assim chegamos a Casa Real e Imperial Portuguesa Lisboense de Avis que revolucionado o pensamento dos monarquistas brasileiros renovou-se aderindo a proposta do MIM, que inclui o Integralismo Linear como sua fonte Doutrinária.
E se há um nome hoje que merece no Brasil o título de Vossa Alteza Real, esse nome é Dom Antônio César Lisboa Avis! O primeiro é único Imperador Integralista do Brasil!
Anauê!

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