segunda-feira, 13 de abril de 2026

De pai para filho

 De pai para filho por Eduardo Fauzi




Filho não tem querer. 8 anos de idade, vive na minha casa, come da minha comida, a escola sou eu quem paga, é guardado, provido e protegido por mim. Não tem liberdade de faltar a aula pra jogar bola na rua com os amiguinhos como não tem liberdade pra não rezar, não agradecer o dia, a comida, a casa e a saúde, enquanto for eu o chefe dessa minha família. Quando crescer, pode seguir o caminho que quiser, mas agora que é criança, e que sou quem sustenta, vai receber a educação que eu acho que é a melhor para o desenvolvimento pleno e integral dele.

O ensino do temor a Deus e o ensino da fé é uma poderosa ferramenta de conexão entre pai e filho. Valores comuns são um elo poderoso e que perdura no tempo... eu falo com meu pai TODO DIA. E aprendi a amar e a respeitar a Deus TAMBÉM através dele

Respeito a criança enquanto criança. Com as possibilidades e necessidades de orientação e exemplo que um menino precisa. É um menino, portanto é ele.

Só existe um Deus e uma religião correta. É essa a que eu tento ensinar a ele, porque eu o amo e quero que ele siga a Verdade e não religiões estúpidas construídas por mentes humanas.
Por fim, eu não preciso deixar ele escolher a religião que ele quererá seguir... quando ele crescer e se tornar homem, ele mesmo escolherá, independentemente de minha vontade.
Dou a ele o melhor que eu posso oferecer... e o melhor que eu tenho é a certeza e esperança de que SÓ CRISTO SALVA, SÓ CRISTO É O SENHOR !!!!

Não emito opinião sobre NADA que o Magistério da Igreja defina. Eu reconheço a minha insignificância e apenas obedeço. Não é meu chamado criticar ou analisar o que o Magistério da Igreja de Cristo faz, diz ou deixa de fazer ou dizer...
Como o chamado "espírito do concílio" era o de questionar as estruturas hierarquicas e congeladas da Igreja Tradicional, ele mesmo, mediante esse discurso, não podia se proclamar dogmático, ou seria auto contraditório. Isso deu brechas para muitos o criticarem e não o receberem como infalível, o que de fato ele não é.
Mas é um Concílio Ecumênico da Igreja de Cristo. Se quem dele participou o fez com maldade de intenção e vendido ao lado sombrio do mundo, prestará disso contas a Deus.
Eu não tenho discernimento para emitir opinião sobre esse tema, reconheço minha incapacidade e meu lugar de fiel leigo e sigo submisso, obediente e fiel à Roma.
 

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