Manuscrito 512 por David da Legião Tropical
Um documento encontrado no século XIX na Biblioteca da Corte (atual Biblioteca Nacional), que descrevia detalhadamente a tal cidade encontrada pelos bandeirantes, que saíram de São Paulo para uma expedição rumo ao sertão da Bahia. Nele, o autor relata que o grupo teria se deparado com uma montanha brilhante repleta de cristais que, além de atrair a atenção dos homens, causou bastante espanto e admiração.
O relato diz que quando os bandeirantes chegaram teriam avistado uma grande cidade onde o seu acesso só poderia ser feito a partir de uma ornamentada com três arcos com inscrições indecifráveis. O local aparentava ter uma arquitetura parecida com a romana e grega e continha locais abandonados e destruídos, o autor do manuscrito ainda descreve uma praça onde havia a estátua de um homem sobre coluna uma negra com o corpo despido até a cintura e com uma coroa de louros na cabeça apontando para o norte. Os edifícios desta cidade eram enormes e continham figuras parecidas com corvos e cruzes, e um rio que levava a uma cachoeira que tinha inscrições e uma moeda de ouro.

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