domingo, 12 de outubro de 2025

Como me tornei integralista e minha visão sobre família e moralidade

 Como me tornei integralista e minha visão sobre família e moralidade por Samuel H




Em 2023, atravessava um dos períodos mais difíceis da minha vida. As circunstâncias pessoais e emocionais me levavam a refletir sobre o sentido da existência, o papel do indivíduo e a perda de valores que observo na sociedade contemporânea. Foi nesse contexto que iniciei uma busca mais profunda pela História, não por meios superficiais, mas pelo estudo direto das fontes, dos fatos e das ideias.
Durante essas leituras, deparei-me com o movimento Integralista da década de 1930. A clareza de seus princípios, a defesa da Pátria, da espiritualidade e da ordem despertaram em mim um sentimento novo, algo que não encontrei em outras doutrinas. O Integralismo se apresentou como uma visão de mundo que busca resgatar valores e promover a responsabilidade do indivíduo perante a comunidade.
Entendo a família como o primeiro núcleo de formação ética: é nela que se aprendem respeito, deveres e amor à Pátria. Famílias que promovem o respeito às leis, a responsabilidade social e o civismo contribuem para o fortalecimento da nação; comportamentos que fomentam a violência, a criminalidade ou a corrupção enfraquecem a sociedade.
A vida íntima e as escolhas afetivas de cada pessoa não devem ser objeto de estigmatização. O que importa para a coletividade é o caráter cívico, o respeito ao próximo e o cumprimento das obrigações sociais. Julgar ou excluir alguém pela sua orientação afetiva é desviar a atenção do que realmente constrói uma pátria saudável: a ética, a disciplina cívica e o compromisso com o bem comum.
Infelizmente, o Brasil tem sido enfraquecido por divisões artificiais — polarizações que colocam grupos inteiros uns contra os outros por questões identitárias ou regionais. Essas disputas dispersam energias que poderiam ser voltadas para a construção nacional e abrem espaço para ideias que exploram o conflito em vez de propor soluções. O caminho para o fortalecimento do país passa pela união, pelo diálogo e pela reconstrução de um sentimento coletivo: quando nos vemos como compatriotas antes de adversários, a Nação se torna mais coesa e capaz de enfrentar desafios comuns.


O MIL-B pela primeira vez na história do integralismo brasileiro aceita em suas fileiras Samuel H. um bissexual assumido, provando que somos o Novo Integralismo do século XXI


Um comentário: