sexta-feira, 19 de abril de 2024

OS 60 ANOS DA REVOLUÇÃO REDENTORA E A VERDADE SOBRE O PLANO COHEN

 OS 60 ANOS DA REVOLUÇÃO REDENTORA E A VERDADE SOBRE O PLANO COHEN

Por Rod Tigre

Nesse ano de 2024, em 31 de março, nós Integralistas e Linearistas comemoramos os 60 anos

da Revolução Redentora no Brasil. Foi uma revolução civil-militar, apoiada pela maioria da

população brasileira e por uma oposição política atuante contra o governo deposto de João

Goulart, que promoveria uma reforma agrária e urbana nos moldes das invasões atuais do

MST, enquanto na cultura já se iniciava a pornografia no cinema e no teatro e os militantes

radicais já iniciavam os treinos das técnicas de guerrilha em Cuba. Segundo Plínio Salgado,

1964 foi uma revolução INTEGRALISTA!

Ainda que os chamados líderes comunistas da época eram bem melhores do que os de hoje,

por exemplo o Brizola era nacionalista , o Marighela, patriota, e até o Luís Carlos Prestes havia

se tornado getulista, existiu um homem que levantou as tropas e forçou a marcha dos

militares ao comando do poder: o general Olímpio Mourão Filho!

Olímpio, líder Integralista, foi autor das obras doutrinárias da Filosofia Integral: “Instrução da

Milícia – Noções Elementares da Doutrina (para uso dos Milicianos)” (1934) (em “O que o

Integralista deve saber”) e “Do Liberalismo ao Integralismo” (1935). Também foi o autor do

chamado “Plano Cohen”, que resultou no dia 10 de novembro de 1937 na implantação do

chamado “Estado Novo”, regime que durou até 29 de outubro de 1945, quando Getúlio Vargas

foi deposto por militares. Por não concordarem com os rumos do novo governo, que aboliu a

Ação Integralista, os Integralistas se rebelaram contra Vargas, com duas tentativas de

revolução, em 10 de março e em 11 de maio de 1938. Com o fracasso das chamadas

“intentonas integralistas”, o movimento foi destruído com milhares de prisões, torturas e

assassinatos. Plínio Salgado foi preso e enviado para o exilio em Portugal. Em 7 de setembro de

1941, porém, Plínio Salgado conclama aos integralistas remanescentes que, apesar de tudo,

apoiassem o Estado Novo de Vargas, que, segundo ele, estaria realizando as reivindicações

nacionalistas do integralismo. No início, os integralistas apoiaram o Estado Novo, como prova

o livro escrito pelo integralista Anor Butler, “Subsídios para o Estatuto da Estrutura Política do

Estado Novo”, que aponta similaridades entre a nova Constituição promovida pelo Estado

Novo e as Doutrinas Integralista e Fascista.

O “Plano Cohen” é considerado um mero exercício proposto por Plinio Salgado para Olímpio

Mourão de como a Milicia Integralista deveria reagir na eminência de uma revolução

comunista. Tendo sido apreendido e tomado por verdadeiro, foi usado como desculpa para

que Getúlio Vargas decretasse o Estado Novo, que pôs fim aos partidos políticos e as eleições.

Mas, e se o “Plano Cohen” fosse real? Pois existe uma entrevista em que Olímpio Mourão, ao

contrário do que aparece em suas memórias póstumas, afirma que o Plano foi idealizado

contra uma ameaça que realmente existia. É mister que havia de fato ameaça comunista em

1964 que torna a data passível de comemoração, uma vitória legítima do povo brasileiro, da

qual os militares são representantes. Com a confirmação da veracidade do Plano Cohen, se

comprova que o integralista Olímpio Mourão por DUAS VEZES salvou o Brasil das garras do

comunismo!

Embora, assim como os “Protocolos dos Sábios de Sião”; ou o “Plano Kalergi”; o “Plano

Kaufman”; o “Plano Hooton”; o mais recente “Protocolos de Toronto”, denunciados por Serge

Monast; e até o jogo de cartas “Illuminati”; seja desnecessário investigar o “Plano Cohen”: sua

veracidade é a nossa realidade que assistimos e vivemos: a judeucracia capi-comunista*!

ARTIGO 142 JÁ!

*a primeira vez que ouvi o termo “capi-comunista” foi na entrevista que o Cabo Anselmo deu

para a TV Bandeirantes em 2009.

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