OS 60 ANOS DA REVOLUÇÃO REDENTORA E A VERDADE SOBRE O PLANO COHEN
Por Rod Tigre
Nesse ano de 2024, em 31 de março, nós Integralistas e Linearistas comemoramos os 60 anos
da Revolução Redentora no Brasil. Foi uma revolução civil-militar, apoiada pela maioria da
população brasileira e por uma oposição política atuante contra o governo deposto de João
Goulart, que promoveria uma reforma agrária e urbana nos moldes das invasões atuais do
MST, enquanto na cultura já se iniciava a pornografia no cinema e no teatro e os militantes
radicais já iniciavam os treinos das técnicas de guerrilha em Cuba. Segundo Plínio Salgado,
1964 foi uma revolução INTEGRALISTA!
Ainda que os chamados líderes comunistas da época eram bem melhores do que os de hoje,
por exemplo o Brizola era nacionalista , o Marighela, patriota, e até o Luís Carlos Prestes havia
se tornado getulista, existiu um homem que levantou as tropas e forçou a marcha dos
militares ao comando do poder: o general Olímpio Mourão Filho!
Olímpio, líder Integralista, foi autor das obras doutrinárias da Filosofia Integral: “Instrução da
Milícia – Noções Elementares da Doutrina (para uso dos Milicianos)” (1934) (em “O que o
Integralista deve saber”) e “Do Liberalismo ao Integralismo” (1935). Também foi o autor do
chamado “Plano Cohen”, que resultou no dia 10 de novembro de 1937 na implantação do
chamado “Estado Novo”, regime que durou até 29 de outubro de 1945, quando Getúlio Vargas
foi deposto por militares. Por não concordarem com os rumos do novo governo, que aboliu a
Ação Integralista, os Integralistas se rebelaram contra Vargas, com duas tentativas de
revolução, em 10 de março e em 11 de maio de 1938. Com o fracasso das chamadas
“intentonas integralistas”, o movimento foi destruído com milhares de prisões, torturas e
assassinatos. Plínio Salgado foi preso e enviado para o exilio em Portugal. Em 7 de setembro de
1941, porém, Plínio Salgado conclama aos integralistas remanescentes que, apesar de tudo,
apoiassem o Estado Novo de Vargas, que, segundo ele, estaria realizando as reivindicações
nacionalistas do integralismo. No início, os integralistas apoiaram o Estado Novo, como prova
o livro escrito pelo integralista Anor Butler, “Subsídios para o Estatuto da Estrutura Política do
Estado Novo”, que aponta similaridades entre a nova Constituição promovida pelo Estado
Novo e as Doutrinas Integralista e Fascista.
O “Plano Cohen” é considerado um mero exercício proposto por Plinio Salgado para Olímpio
Mourão de como a Milicia Integralista deveria reagir na eminência de uma revolução
comunista. Tendo sido apreendido e tomado por verdadeiro, foi usado como desculpa para
que Getúlio Vargas decretasse o Estado Novo, que pôs fim aos partidos políticos e as eleições.
Mas, e se o “Plano Cohen” fosse real? Pois existe uma entrevista em que Olímpio Mourão, ao
contrário do que aparece em suas memórias póstumas, afirma que o Plano foi idealizado
contra uma ameaça que realmente existia. É mister que havia de fato ameaça comunista em
1964 que torna a data passível de comemoração, uma vitória legítima do povo brasileiro, da
qual os militares são representantes. Com a confirmação da veracidade do Plano Cohen, se
comprova que o integralista Olímpio Mourão por DUAS VEZES salvou o Brasil das garras do
comunismo!
Embora, assim como os “Protocolos dos Sábios de Sião”; ou o “Plano Kalergi”; o “Plano
Kaufman”; o “Plano Hooton”; o mais recente “Protocolos de Toronto”, denunciados por Serge
Monast; e até o jogo de cartas “Illuminati”; seja desnecessário investigar o “Plano Cohen”: sua
veracidade é a nossa realidade que assistimos e vivemos: a judeucracia capi-comunista*!
ARTIGO 142 JÁ!
*a primeira vez que ouvi o termo “capi-comunista” foi na entrevista que o Cabo Anselmo deu
para a TV Bandeirantes em 2009.
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