Chamo-me Mateus Fortunato Berwanger, sou artista, técnico em eletrônica, programador e eletricista. Além disso, sou furry, católico e integralista!
Muitos podem pensar que é contraditório um furry ser católico e integralista, mas posso provar o contrário: muitos pensam que ser furry é sinônimo de gostar de artes degeneradas e fetiches, mas ser furry não é sobre isso. Embora a fandom tenha seu lado degenerado, existem muitos furries assim como eu, que não só discordam como repudiam essa parte da comunidade!
Ser furry é sobre gostar de arte antropomórfica, ou seja: animais com características humanas. Isso está presente na cultura humana desde a antigüidade, com esculturas de deuses egípcios, histórias infantis medievais como Renard the Fox e até mesmo em desenhos animados do século XX em diante!
Walter Elias Disney era apreciador desse tipo de personagem, e era cristão anglicano com grande simpatia pelo catolicismo! Além de existir uma arte sacra de São Cristóvão como cinocéfalo (homem com cabeça de cachorro). Além do cão com uma tocha na boca que representa São Domingos e a ordem dominicana. (Podendo fazer uma cacofonia: Dominicanis/Domine Canis).
Sou integralista desde 2018/2019, quando passei a me identificar com movimentos nacionalistas, a comunidade furry por si só não tem relação direta com política, embora muitos pensem que para ser furry precisa ser de esquerda. A verdade é que existem furries de todos os espectros políticos possíveis.
Meu fursona (personagem furry que me representa na comunidade) é um graxaim-do-campo chamado Ferox Lupindomitus. Sendo Ferox do latim, que significa selvagem, brávio ou corajoso (ou até mesmo feroz). E Lupindomitus é a mistura das palavras Lupuli (pequeno lobo em latim, em referência a um dos antigos nomes científicos do graxaim que era Lupulus), e Indomitus significa indomável. Escolhi graxaim-do-campo por ser uma espécie que, além de eu admirar bastante, é comum no sul do Brasil, portanto é um orgulho nacional!
Sou monarquista tradicional, ou seja: defendo uma monarquia aos moldes do regime medieval, embora não exclua a possibilidade de haver uma constituição para determinar as regras do regime. E defendo um Estado confessional católico!
Sou católico tradicionalista, ou seja: prefiro os ritos e costumes anteriores às reformas durante e após o Concílio Vaticano II.
Fui escoteiro dos ramos sênior e pioneiro, gosto de histórias em quadrinhos, e agradeço imensamente ao Cássio e ao MIL-B por me aceitarem e mostrarem que um furry pode ser um bom integralista!
Muitos podem pensar que é contraditório um furry ser católico e integralista, mas posso provar o contrário: muitos pensam que ser furry é sinônimo de gostar de artes degeneradas e fetiches, mas ser furry não é sobre isso. Embora a fandom tenha seu lado degenerado, existem muitos furries assim como eu, que não só discordam como repudiam essa parte da comunidade!
Ser furry é sobre gostar de arte antropomórfica, ou seja: animais com características humanas. Isso está presente na cultura humana desde a antigüidade, com esculturas de deuses egípcios, histórias infantis medievais como Renard the Fox e até mesmo em desenhos animados do século XX em diante!
Walter Elias Disney era apreciador desse tipo de personagem, e era cristão anglicano com grande simpatia pelo catolicismo! Além de existir uma arte sacra de São Cristóvão como cinocéfalo (homem com cabeça de cachorro). Além do cão com uma tocha na boca que representa São Domingos e a ordem dominicana. (Podendo fazer uma cacofonia: Dominicanis/Domine Canis).
Sou integralista desde 2018/2019, quando passei a me identificar com movimentos nacionalistas, a comunidade furry por si só não tem relação direta com política, embora muitos pensem que para ser furry precisa ser de esquerda. A verdade é que existem furries de todos os espectros políticos possíveis.
Meu fursona (personagem furry que me representa na comunidade) é um graxaim-do-campo chamado Ferox Lupindomitus. Sendo Ferox do latim, que significa selvagem, brávio ou corajoso (ou até mesmo feroz). E Lupindomitus é a mistura das palavras Lupuli (pequeno lobo em latim, em referência a um dos antigos nomes científicos do graxaim que era Lupulus), e Indomitus significa indomável. Escolhi graxaim-do-campo por ser uma espécie que, além de eu admirar bastante, é comum no sul do Brasil, portanto é um orgulho nacional!
Sou monarquista tradicional, ou seja: defendo uma monarquia aos moldes do regime medieval, embora não exclua a possibilidade de haver uma constituição para determinar as regras do regime. E defendo um Estado confessional católico!
Sou católico tradicionalista, ou seja: prefiro os ritos e costumes anteriores às reformas durante e após o Concílio Vaticano II.
Fui escoteiro dos ramos sênior e pioneiro, gosto de histórias em quadrinhos, e agradeço imensamente ao Cássio e ao MIL-B por me aceitarem e mostrarem que um furry pode ser um bom integralista!




