Levy
Fidelix, o último POLÍTICO INTEGRALISTA, ASSASSINADO PELOS AQUISITORES!
Por Rod
Tigre (coordenador do MIL-B no Rio de Janeiro)
Levy Fidelix começou a carreira sendo
apresentador do primeiro programa de informática do país no SBT, nos anos 80.
Da mesma forma que Bolsonaro, declarou que já votou no Lula para presidente.
Foi acessor do presidente Fernando Collor, de quem era amigo e que se elegeu
senador pelo seu partido. Foi, junto de Enéas e do Cabo Daciolo, um candidato a
presidência da República que atacava aos illuminatis nominalmente, citando
sempre que, se fosse eleito o presidente do país, iria combater o poder dos
banqueiros e das 13 famílias judaicas que controlam o mundo! Era o melhor
candidato recente a presidência, sem dúvidas, que mais uma vez o Brasil só
reconhecerá agora, depois que morreu! Ele pode se tornar até mesmo superior em louvação
ao estimado Enéas quando conhecerem mais o teor altamente esclarecedor dos seus
discursos (revelados no canal de youtube Levy Fidelix Integralista). Se tivesse
tido tempo de se preparar mais e escrever um livro, deixando claro seu programa
de governo, veriam o herói nacional que ele foi textualmente, pois era mais
direto do que o próprio Enéas ao apontar os banqueiros como os maiores algozes
do povo brasileiro, e declarava se inspirar em Plínio Salgado abertamente:
"o movimento Integralista de Plínio Salgado no passado eu acompanhei, sei,
estudei. Eu acho que as minhas posições são muito similares".
Levy Fidelix criou vários projetos políticos que foram copiados e usados
de propaganda por outros políticos, sendo que muitos deles foram colocados em
prática e se tornaram de grande valia para o nosso povo. Entre eles: o
Aerotrem, que virou o Fura-Fila em São Paulo, atual Mono-Trilho; o Anel Viário
que virou Rodo Anel; as ciclo-faixas para bicicletas; o Vale Transporte; o
Poupa-Tempo e até o polêmico projeto Bolsa Família, todos foram de criação de
Levy Fidelix! Também foi Levy que criou o projeto fome-zero, que foi
aproveitado no governo Lula e retirou 36 milhões de brasileiros do mapa mundial
da fome! Ele dizia que não se importava que seus projetos fossem copiados,
desde que os colocassem em prática: “O mais importante é que o povo sai
ganhando com isso. O povo tem de sempre ganhar porque são eles que pagam os
impostos. Eu não concorro à eleição pensando apenas em ganhar, faço política
para o povo ganhar. Eu quero ser o Robin Hood, aquele homem que tira dos que
têm mais e dá para os que têm menos.” Levy Fidelix
O PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), segundo
Levy Fidelix, seu presidente e fundador, é um partido que segue a linha trabalhista
do ex-Integralista Fernando Ferrari: “Cognominado “o homem das mãos limpas”,
esse destacado político acreditava que o peleguismo getulista estava exaurido e
a cooptação das elites pelas velhas lideranças chegava ao fim com graves
prenúncios de revolução, (o que veio a acontecer em 64) se o trabalhismo não
sofresse profundas modificações de base, ou seja, o “Trabalhismo
Participativo”, onde o Capital e o Trabalho pudessem interagir voltados para
mútuos interesses em duas vias e não em via de mão única como acontecia nesse
tempo, com a exploração do Trabalho pelo Capital. Infelizmente não pôde
concluir sua majestosa obra político-ideológica, quando na iminência de ser
sufragado Vice-Presidente da República na chapa vitoriosa de Jânio Quadros um
acidente aéreo no Rio Grande do Sul o colheu prematuramente, mas sua obra iria
prosperar com a eleição de Jânio”.
Fernando Ferrari, que foi muito ligado ao
pensamento de Plínio Salgado na década de 30, era um nacionalista defensor de
Deus, da Pátria e da Família, de acordo com esse pronunciamento de 1940, anos
depois de ter sido membro da AIB: “Tenhamos cuidado com os falsos patriotas que
pululam pelos alcouces e tabernas; cuidado com as ciladas de elementos
pusilânimes, indiferentes à grandeza ou à mesquinhez da nação. Unamo-nos todos
e entremos na luta potente do cumprimento visceral do dever para com Deus, para
com a Pátria e para com a Família! Acolhamos neste Brasil amado os que conosco
querem trabalhar para o seu engrandecimento moral e econômico, mas saibamos
expurgá-los da dissolução, da descrença e de seus sequazes, porque, além de
serem uma afronta ao nosso povo, um empecilho à nossa integridade, um atentado
contra a nossa tradição.” Seu irmão, Jorge Ferrari, também foi camisa-verde,
chegando a ser preso por protestar contra o governo Vargas em fevereiro de
1942, quando foi aprendido material Integralista em sua casa, em São Pedro do
Sul, prova que o Integralismo continuou ativo de forma clandestina por todo
Estado Novo, que haviam trabalhistas que não eram getulistas, e 4 anos após a
Revolução de 1938 ainda aconteciam prisões de Integralistas!
Ferrari era um entusiasta da educação,
nacionalista e contra o separatismo: “Instruir-se para servir o Brasil, país da
ventura... o que a outras nações custam rios de sangue, aqui deus criou qual
dádiva abençoada: o imenso território. Enquanto outras potências esfacelam-se
em pedaços o Brasil, é pródigo sem par, conservou e conserva-se a mais de
quatrocentos anos a perfeita integridade territorial... Nossa pátria, cumprindo
seu dever, espera que cada brasileiro faça o mesmo... o Brasil de amanhã
pousará em nossas espadas... que atos em nossa história. Tornemo-nos dignos de
mil heróis que nasceram nessa terra e fizeram temido e amado o nome do Brasil e
sua grandeza d’alma”. Sua principal obra foi “Mensagem Renovadora”, onde
sintetiza a sua própria vertente de trabalhismo, o Trabalhismo Renovador,
quando, juntamente com outro Integralista, San Tiago Dantas, assumiram a
orientação intelectual do trabalhismo. Enquanto Ferrari cria o “trabalhismo
renovador”, San Tiago Dantas desenvolve o “trabalhismo autêntico” um “protesto
do povo simples contra os maus governos”. Mas ambos tinham em comum sua base
trabalhista em Alberto Paqualini, que foi amigo pessoal de Plínio Salgado.

Pasqualini se dedicaria à elaboração e à
divulgação das diretrizes do trabalhismo brasileiro. Já em 1948, publicou
“Bases e Sugestões para uma Política Social”, que se torna a principal
referência de San Thiago Dantas em sua transição do Integralismo ao
trabalhismo.

Eu gosto muito dos
projetos que Levy defendia do “aerotrem” e do “trem-bala” de Rio de Janeiro a
São Paulo, sou muito simpatizante do transporte sobre trilhos e a favor de que
se refaça toda malha ferroviária no país recuperando todas as linhas que foram
desativadas e criando novas, unindo o país inteiro com trens e estações de
integrações de linhas, de maneira que com um único bilhete seja possível viajar
para qualquer parte do país!


Levy faleceu em 23 de abril de 2021, São
Paulo aos 69 anos, muito jovem ainda para falecer, pouco tempo após concorrer a
prefeitura de São Paulo e com um bom destaque político, já que o General
Mourão, vice-presidente da República, é membro de seu partido.
Mesmo apoiando o
presidente Bolsonaro, Levy não conseguia não ser sincero, ele tinha aquele
comichão que algumas pessoas têm, que sempre as impele a falar a verdade! Disse
que havia se decepcionado com Bolsonaro, sim, que era inconstante e traiu a si
póprio entrando pros illuminatis! E declarou guerra ao ministro da economia
Paulo Guedes!
Em sua última entrevista no programa Pânico
no Rádio, Levy disse que o que está matando as pessoas nos hospitais não é
covid-19, mas uma superbactéria, e que estava reunindo médicos e enfermeiros
para fazer essa grande denúncia! Claro que disseram que foi de covid-19 que
Levy morreu, mas o MIL-B não acredita nisso, já que ele vivia dando declarações
polêmicas, dizendo que o problema do Brasil eram os banqueiros, que resolveria
o problema do Brasil com uma canetada tirando o poder de controle financeiro
dos bancos taxando em 40% os seus lucros, promovendo uma grande distribuição de
renda com pleno-emprego, inclusive Levy defendeu o Integralismo publicamente em
mais de uma ocasião, coisa que nem alguns que se dizem Integralistas fazem! Ele
acreditava que seus votos nas eleições que concorreu, tanto para presidente
quanto para governador e prefeito de São Paulo, sempre foram bem mais, e
provava que as urnas eletrônicas sempre fraudam as eleições! Era um pouco
ressentido por conta disso, pois Enéas tinha milhões de votos e é chamado de
"mito" (foi o "mito" original, antes de Bolsonaro ser
chamado assim) e o máximo que Levy já obteve foi 500.000 votos, apesar dos
tantos projetos brilhantes que sempre apresentava e que depois eram todos
copiados! Primeiramente, não divulgaram a causa da morte, mas horas depois
afirmaram: foi covid- 19, claro! O MIL-B sabe que isso não corresponde a
verdade e que Levy deve ter sido infectado pela bactéria mortífera que não teve
tempo de denunciar, portanto, chegamos na conlusão, de que ele, da mesma forma
que seu maior inspirador, o também Integralista, Fernando Ferrari (morto numa
queda suspeita de avião), foi mais um político brasileiro ASSASSINADO PELOS
AQUISITORES!
LEVY FIDELIX,
PRESENTE!
ANAUÊ!
*saiba quem são os
Aquisitores no meu livro "A INDÚSTRIA DE CARROS BRASILEIRA SABOTADA!"